
Peso dos edifícios
Edifícios representam cerca de 40% da energia consumida na UE e cerca de 50% do consumo de gás.
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Sustentabilidade
A requalificação sustentável antecipa o novo padrão europeu e reposiciona imóveis antigos para uso, renda e valorização.

A legislação europeia está pressionando imóveis antigos. Imóveis restaurados, eficientes e menos dependentes de gás tendem a ficar mais competitivos.

Edifícios representam cerca de 40% da energia consumida na UE e cerca de 50% do consumo de gás.

Nas casas europeias, cerca de 80% da energia é usada para aquecimento, resfriamento e água quente.

A EPBD 2024/1275 entrou em vigor em 2024 e exige trajetória de redução do consumo médio dos edifícios residenciais até 2030 e 2035.

A diretiva prevê o fim dos incentivos para novas caldeiras autônomas movidas a combustíveis fósseis desde 2025 e reforça edifícios preparados para energia solar.
Imóveis antigos com baixa eficiência podem perder competitividade. Quando restaurados com critério técnico, conforto e menor dependência energética, passam a responder melhor ao novo padrão residencial europeu.

Imóvel mais preparado para exigências futuras.

Conforto térmico, funcionalidade e melhor experiência de uso.

Eficiência, atualização e padrão contemporâneo como diferenciais.

Imóvel requalificado tende a ser mais defensável em locação ou revenda.






A Comissão Europeia considera desempenho energético a partir de elementos como envelope do edifício, isolamento, janelas, sistemas de aquecimento, resfriamento e água quente, além do uso de renováveis, como painéis solares.
Valorização com critério
A eficiência energética fortalece a tese patrimonial, mas cada resultado depende da localização, do imóvel, do projeto, da execução e das condições de mercado.
Próximo passo
O próximo bloco mostra como a eficiência energética se converte em requalificação, intervenção e reposicionamento final do imóvel.